O Rei Amado

Editora:

Ano de Edição: 2006

Encadernação: Capa Mole

Nº de Páginas: 260

Resumo:

“Quero que leves contigo um prisioneiro, o mantenhas oculto no mais distante e inacessível dos teus oásis e guardes silêncio eterno sobre quem é e quem to confiou.”

De El-Rei Sebastião não há notícia certa desde Agosto de 1578, altura em que, moço cavaleiro, impetuosamente se internou na chusma dos árabes e berberes norte-africanos que combatiam, em Alcácer-Quibir, e desapareceu.
Segundo reza a História, desapareceu.
De acordo com a lenda, desapareceu… mas não morreu. Voltaria a Portugal, numa manhã de nevoeiro, para expulsar o tio, Filipe de Espanha, que se apoderara do seu trono.
O Rei Amado situa o desaparecimento de El-rei Desejado numa complicada trama e maquinações de interesses cruzados de potências europeias do último quartel do século XVI: de Filipe de Espanha ao papa Clemente VIII, dos reis mouros que o venceram às repúblicas italianas.
Seguindo o estilo de Os Três Mosqueteiros ou O Conde de Monte Cristo, Alberto Vázquez-Figueroa aproveita as lacunas de informação que rodeiam certos factos históricos, em que algumas personagens operaram feitos que entraram parcelarmente na lenda, e oferece-nos um retrato de um rei que foi amado pelo seu povo como nenhum outro soberano o foi.

CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Um esplêndido e original romance. Alberto Vázquez-Figueroa parte do imaginário popular lusitano e do misticismo secular português, que influenciou poetas como Luís Vaz de Camões ou Fernando Pessoa, para recriar uma lenda até ao limite daquilo que é historicamente admissível, sem tropeçar nos cânones habituais do relato épico. O resultado é um formidável romance, muito bem cadenciado, e de onde sobressaem os diálogos precisos e as descrições bem medidas e sem pretensões.»
El Periódico de Catalunya

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